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Conservadorismo

Nesta breve e magistral introdução à tradição conservadora, Roger Scruton, um dos maiores intelectuais britânicos da atualidade, oferece aos leitores um convite ao mundo da filosofia política, explicando a história e a evolução do movimento conservador ao longo dos séculos. Com a clareza e a autoridade de um professor habilidoso, discute perspectivas da ideologia na sociedade civil, estado de direito, liberdade, moral, propriedade, direitos e o papel do Estado. Espécie de guia, claro e incisivo, Conservadorismo é leitura essencial para qualquer um que deseje compreender a política ocidental, hoje e nos últimos três séculos.

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A Divina Comédia

A divina comédia é um dos maiores clássicos da literatura universal. Escrito no século XIV, o poema épico de Dante Alighieri é considerado também um dos textos fundadores da língua italiana. Nele, o escritor apresenta uma jornada inesquecível pelo tormento infinito do Inferno e a árdua subida da montanha do Purgatório até o glorioso reino do Paraíso. Dante conseguiu fundir sátira, inteligência e paixão em uma alegoria cristã imortal sobre a busca da humanidade pelo autoconhecimento e pela transformação espiritual. Este box especial conta com a clássica tradução de Xavier Pinheiro, as belíssimas ilustrações de Gustave Doré e ainda o magnífico estudo introdutório de Otto Maria Carpeaux.

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DIA DAS CRIANÇAS CHEGANDO

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ANATOMIA DO ESTADO

O Estado é a “organização dos meios políticos”; é a sistematização do processo predatório sobre um determinado território. O Estado provê um canal legal, ordenado e sistemático para a predação da propriedade privada; ele garante provisão certa, segura e relativamente “pacífica” para a casta parasítica na sociedade. O Estado nunca foi criado por um “contrato social”; ele sempre nasceu da conquista e da exploração. Um método de nascimento de um Estado pode ser ilustrado como segue: nas montanhas da “Ruritânia” do Sul, um grupo de bandidos se organiza para obter o controle físico do território, e finalmente o chefe do grupo se auto-proclama “Rei do governo soberano e independente da Ruritânia do Sul”; e, se ele e seus homens tiverem a força para manter tal domínio por algum tempo, pasmem!, um novo Estado terá se unido à “família de nações”, e os que antes eram meros bandidos terão se transformado na nobreza legítima do reino.

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O JARDIM DAS AFLIÇÕES

Principal obra do filósofo brasileiro de maior destaque na cena mundial contemporânea, “O Jardim das Aflições” é um ensaio de filosofia e ciência política em que Olavo de Carvalho interpreta toda a história da civilização ocidental sob o ângulo das sucessivas tentativas de reestruturação de impérios, organizações sócio-políticas que visam o controle administrável do mundo visível. Diz o autor:
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“A ruptura do sentido cristão da vida deu surgimento às duas correntes de idéias — naturalistas e historicistas — cujo en­trechoque constituiu o leitmotiv da história cultural moderna, ajudando a consolidar o culto das divindades cósmicas — natu­rais e sociais — que constituem em substância a religião estatal do Novo Império.
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O destino do mundo não se decide hoje num conflito entre formas de regimes possíveis, mas sim, por trás desse conflito aparente, na contradição interna do Estado imperial, que parece só poder crescer à custa da destruição do legado espiritual de onde ele extrai sua única legitimação moral possível.
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No novo quadro mundial, já não se trata de um conflito entre ideologias, mas sim de um confronto entre os elementos espirituais e os elementos ideológicos no seio do Estado imperial. Esta é a única questão que importa: estaremos por um caminho ou pelo outro condenados a viver sob a religião de César?”

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CONSELHOS PARA A DIREÇÃO DO ESPÍRITO

“Ciência é consciência esclarecida, consciência que quer e sabe, que, querendo a justiça, conhece o ponto de aplicação a que se deve dirigir a força para fazer brilhar a justiça triunfante, e atin­gir a finalidade, a salvação dos homens, dos povos e do gênero humano.
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O esforço para conduzir o mundo à sua finalidade, eis nosso dever. A luz que esclarece esse esforço, eis a ciência do dever.
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Aqui, meus jovens, está o ponto central: conhecer o próprio dever! Saber o que, neste século mesmo, vocês devem à sua pátria e a todo o gênero humano; não apenas ter no coração a entrega, talvez o heroísmo; mas saber como a boa vontade deve ser aplicada ao dever, saber julgar as ilusões de finalidade, os efeitos dos qui­lômetros, das distâncias; conhecer os falsos movimentos das boas vontades ignorantes, os falsos impulsos dos heroísmos subversi­vos que matam para libertar, que destroem para salvar. 
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É preciso que, quando damos nossa alma, nossa vida, nosso entusiasmo, saibamos ao menos levar à sua finalidade essas formas magníficas com a precisão mesma da ciência que leva o manejo do fogo à sua finalidade, que dirige através de rotas determinadas a intangível luminosidade.
Querer e saber são poder; não somente querer”.

O padre Sertillanges, ao escrever “A vida Intelectual”, disse que não tinha a pretensão de substituir os conselhos do padre Gratry: “não esqueci, como sem dúvida muitos outros não esqueceram, o entusiasmo dos seus vinte anos, quando o padre Gratry estimulava nele o fervor do saber. Numa época que tanto necessita de luz, devemos recordar com freqüência as condições que permitem adquirir a luz e preparar sua difusão através de obras”. Estes conselhos não se dirigem a todo mundo: um número muito pequeno de espíritos, no atual estado do mundo, são ou desejam ser capazes de segui-los. Dirigem-se àquele homem de vinte anos, espírito raro e privilegiado, coração ainda mais privilegiado, que, no momento em que seus colegas de estudo chegaram ao final de sua trajetória, compreende que sua educação está apenas começando; que, na idade em que o amor pelo prazer e pela liberdade, pelo mundo, por suas honras e riquezas arrasta e precipita a multidão, detém-se, ergue os olhos e busca, no imenso horizonte da vida, no céu e na terra, o objeto de um outro amor.

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PARLAMENTO DE BUDAPESTE

“Um dos sinais de que havia terminado a cristandade em sentido estrito, porque os reis absolutistas e a sociedade já não se punham sob o guiamento espiritual da Igreja, é o crescimento das dimensões de palácios e outros prédios públicos de modo que rivalizassem em imponência com as catedrais. Isso, obviamente, não depõe contra a beleza desses prédios. É o caso do Parlamento de Budapeste, Hungria, erguido no já tardio século XIX. Mas vejam-se suas semelhanças com as catedrais.” Prof. Carlos Nougué

Algumas obras do Professor Carlos Nougué:

O livro Da Arte do Belo é um livro de ciência poética que retoma, aprofundando-a grandemente, a doutrina de Aristóteles e de Tomás de Aquino, sem deixar de levar em conta, porém, a de Platão, a de Agostinho, a de Boécio, e ainda a de filósofos modernos, como a neokantiana Susanne Langer. Nele, mostra-se o que são as Artes do Belo, suas propriedades, seus fins; o que é o belo e se é objetivo; por que e em que se distinguem as diversas formas ou espécies destas artes; e ainda que é possível aprender a apreciá-las quando efetivamente o são, e a evitá-las quando por qualquer motivo não o são.
A Suma Gramatical da Língua Portuguesa é uma gramática com dois importantes diferenciais: tem amparo em escritores não literários e fundamento filosófico, dirigindo-se tanto ao interessado em conhecer melhor sua própria língua, quanto ao estudioso que pode beneficiar-se de uma abordagem teórica pouco comum.
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